Maio, Mês Mariano – Histórias de vidas de devoção à Nossa Senhora

27/05/2020 15:16:00 - Atualizada em 27/05/2020 15:39:59 - Por Samira Ramos

O mês de maio, também conhecido pela comunidade católica como Mês Mariano, é dedicado a Maria, mãe do Nosso Senhor Jesus Cristo. Neste mês, são promovidas novenas e celebrações durante todo o mês para lembrar de Maria e suas diversas devoções, o ápice acontece no final de maio com a Coroação de Maria – rito que simboliza a devoção católica por Nossa Senhora e a proclamação dela como Rainha dos Céus e da Terra.

Este ano, por conta de pandemia, as homenagens não foram realizadas convencionalmente, mas isso não impediu que o Mês Mariano fosse vivido intensamente pelos seus Devotos.

Para a diretora acadêmica, professora Margareth Rodrigues dos Santos, Nossa Senhora está presente no cotidiano da vida. “Ela é modelo de fé, de fidelidade e doação. Sempre que me sinto desafiada, reflito sobre o seu testemunho de perseverança, de fidelidades e obediência à Deus”, ressalta a diretora, que ainda pontua: “Visto branco todo o mês de maio e rezo o terço diariamente, em homenagem e gratidão por sua proteção em minha vida e na vida de minha família”.

A diretora conta que que sua trajetória como devota teve início ainda cedo, desde que começou a entender o sentido da fé, com a convivência com sua bisavó – que rezava o Rosário diariamente e testemunhava um amor incondicional a Nossa Senhora – e com a preparação para a Primeira Eucaristia. “Essa referência foi sendo incorporada e se solidificando ao longo de minha vida. Tenho belas experiências com Nossa Senhora, especialmente nos momentos de desafios. Tenho muita gratidão por sua presença em minha caminhada de fé e me fortaleço muito com essa devoção”, afirma.

A história de devoção passada de geração para geração também está presente na vida da professora de História Patrícia Prado, que desde pequena via a importância da fé em Nossa Senhora para sua mãe. Em sua honra, durante todo o mês, a professora usa tons em azul e branco, além de fazer novenas em sua homenagem. “É uma oportunidade de mostrar o quanto Nossa Senhora é especial em nossas vidas. Além do mais, o dia 13, Dia de Nossa Senhora de Fátima, é uma data especial, pois foi quando comecei meu relacionamento com meu marido. Já o dia 24, Dia de Nossa Senhora Auxiliadora e Nossa Senhora da Estrada, é aniversário da minha irmã”, pontua.

Para a professora de Arte do Diocesano Infantil, Rejane da Silva, por mais que a devoção à Maria esteja presente todos os dias, o mês de maio se diferencia dos demais por ser o mês do amor expresso na maternidade. “Maria representa uma mulher inspiradora, que me orienta no fazer de mãe, esposa e mulher. Que intercede por mim, pelos meus familiares e à Jesus Cristo”, ressalta a educadora, que tem também como hábito usar as cores azul e branco como forma de homenageá-la.

A professora da Educação Infantil, Francisca das Chagas, ressalta que embora visto de fora muitas pessoas podem enxergar o ato de usar apenas uma cor durante todo o mês como um sacrifício, para ela e outras devotas, é uma forma de agradecimento por sua intercessão. “Quando me tornei mãe, em 2005, comecei a me apegar mais a Nossa Senhora. Vivi um momento muito difícil e essa devoção foi se acentuando, pois pedia que ela intercedesse. Como ela é símbolo do amor maior, transformou todo meu sofrimento e angústia em luta e compreensão dos propósitos de Deus”, lembra.

Histórias de interseção também estão presentes na vida da recepcionista do Diocesano Infantil, Maria do Espírito Santo, com o nascimento de sua sobrinha, em 2007. “Quando minha sobrinha nasceu, foi diagnosticada com um problema no coração. Diante disso, eu e minha família fizemos uma promessa para que ela intercedesse pela sua vida. Nossa Senhora representa tudo para nós: fé, gratidão e amor”, ressalta.

A relação próxima com Nossa Senhora, também está presente na vida da professora do Diocesano Infantil, Pedrina da Conceição. Segundo ela, “Nossa Senhora é referência de Fé, Amor e Coragem. Quando estou em situações desconfortáveis, me coloco diante dela e criamos um diálogo que só uma filha e uma mãe podem ter. Tenho certeza que Nossa senhora se manifesta no silêncio do meu coração”, pontua.

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